O perfil de solo residual que domina a região de Jundiaí exige uma definição precisa da profundidade do impenetrável logo nas primeiras sondagens. A sondagem a trado resolve isso com agilidade. Nos terrenos da Serra do Japi, a transição entre solo superficial e rocha alterada pode ser brusca, e é aí que a investigação direta faz diferença no orçamento da fundação. Em Jundiaí, usamos o trado manual para campanhas complementares, especialmente em lotes de difícil acesso onde a logística de equipamentos pesados se torna inviável. A coleta de amostras do horizonte superficial permite correlacionar a plasticidade do solo com ensaios de limites de Atterberg antes mesmo da mobilização da perfuratriz. Essa etapa preliminar reduz incertezas e otimiza a locação dos furos mecanizados.
A perfilagem direta com trado em Jundiaí entrega a definição da cota de fundação rasa no mesmo dia da mobilização de campo, acelerando o cronograma do projeto.
Metodologia e escopo
Fatores do terreno local
O solo superficial de Jundiaí, formado por migmatitos e gnaisses alterados, pode esconder horizontes de seixos e blocos que interrompem o avanço do trado. Interpretar essa parada como impenetrável geotécnico sem verificação pode levar ao superdimensionamento de estacas ou ao abandono prematuro de uma solução em sapata. Outra armadilha comum é a presença de aterro não controlado em fundos de vale, comum nos condomínios da região do Caxambu. A sondagem a trado expõe esse material orgânico e entulho, mas se a campanha for interrompida sem atingir o solo natural, o risco de recalque diferencial é alto. A análise criteriosa de cada horizonte evita surpresas na escavação e garante que a fundação não se apoie sobre um maciço de resistência duvidosa.
Recurso em vídeo
Normas aplicáveis
ABNT NBR 6484:2020 — Sondagens de simples reconhecimento com SPT — Método de ensaio, ABNT NBR 6502:2022 — Rochas e solos — Terminologia, ABNT NBR 6122:2019 — Projeto e execução de fundações
Serviços técnicos vinculados
Perfilagem Tátil-Visual e Coleta de Amostras
Abertura de furos com trado helicoidal e concha, registro contínuo da estratigrafia, coleta de amostras indeformadas e deformadas em cada horizonte identificado. Emissão de relatório com perfil individual do furo e seção geotécnica do lote.
Campanha Complementar para Fundações Rasas
Planejamento de malha de sondagens a trado conforme NBR 6122, com foco na definição rápida da cota de assentamento de sapatas e radiers. Integração com ensaios de laboratório para classificação do solo e estimativa de capacidade de carga.
Parâmetros típicos
Perguntas comuns
Qual a profundidade máxima que a sondagem a trado atinge em Jundiaí?
Normalmente avançamos até 5 metros ou até encontrar o impenetrável ao esforço manual. Em Jundiaí, o impenetrável costuma ocorrer entre 2 e 4 metros em terrenos com solo residual jovem. Se o projeto exigir profundidade maior, complementamos com sondagem SPT mecanizada.
Quanto custa uma sondagem a trado em Jundiaí?
O preço da sondagem a trado em Jundiaí parte de R$ 100.000,00, dependendo da quantidade de furos, profundidade total da campanha e distância de deslocamento. Esse valor cobre mobilização, execução e relatório técnico conforme NBR 6484.
A sondagem a trado substitui a sondagem SPT?
Não. A sondagem a trado investiga o horizonte superficial até o impenetrável manual, sendo ideal para definir a cota de fundações rasas. A sondagem SPT avança com martelo e circulação de água, atingindo profundidades maiores e fornecendo o índice de resistência NSPT para camadas mais profundas.
Quanto tempo leva para executar a campanha e entregar o relatório?
A execução dos furos em campo costuma ser concluída em um ou dois dias, dependendo do número de pontos. O relatório com perfis individuais e seção geotécnica é entregue em até 72 horas úteis após a finalização da coleta de campo.
